“Republicanismo” e “Democratismo” – Percepções de um Aluno Após um Intercâmbio em DC.

por Sergio Azeredo da Silveira Jordão.

           Eu morei em Washington D.C. no semestre passado (2014.1) porque eu estava fazendo um intercâmbio. A capital norte-americana (ou “our nation’s capital,” como eles a chamam) é uma cidade muito interessante, com muita história, cultura, beleza e, principalmente, política. O principal jornal local, o The Washington Post, tem um enfoque claramente político e é um dos principais nessa área no país. Eu nunca liguei muito para o assunto de política, por isso quando lá cheguei tinha uma visão pouco clara sobre os dois principais partidos: o Republicano, ou Grand Old Party (GOP), e o Democrata. A imagem que eu tinha na minha cabeça desses dois partidos era mais ou menos:

  • Republicanos: todos a imagem e semelhança do Presidente George W. Bush (quem eu não simpatizava nada). Eles seriam o “mal” dentro dos EUA, ruins para o mundo, “cães raivosos”, beligerantes e invasores de países;
  • Democratas: o “bem”, pacifistas, mais diplomáticos, respeitadores do direito internacional e carismáticos. Não sei quanto a vocês, mas quando o Obama foi eleito pela primeira vez, conheci muitos brasileiros que vibraram por ele tirar os republicanos do poder.
O elefante é tradicionalmente o simbolo dos republicanos e o burro dos democratas

O elefante e o burro são tradicionalmente os símbolos dos dois partidos, o republicano e o democrata, respectivamente

12345Quando cheguei àquela cidade, passei a ter contado com outras visões sobre a política e a economia americana. Comecei a estudar a sua história, formação, transformação e relações exteriores ao longo dos anos. Meu pensamento sobre o grande embate partidário entre Republicanos X Democratas mudou completamente, assim como as minhas percepções de cada um. Não só, no meu intercâmbio, tinha uma aula chamada “Análise da Política Externa dos EUA” como também tenho um tio que lá mora há muitos anos e que me ensinou muito sobre a política nacional. Isso me fez perceber que a política nos EUA é muito mais complexa do que eu imaginava. Os partidos eram muito mais do que eu pensava e a visão interna de cada presidente era bem diferente da que eu via daqui do Brasil. Assim, ao retornar a minha universidade, notei que praticamente todos os meus amigos pensavam como eu antes de ir a DC. Eles falavam de “o republicano”, “o democrata” e “o americano”, logo eles que implicam tanto das pessoas falarem “o árabe”, “o carioca” ou “o africano.” Ao verem o quão “defensor” dos EUA eu me tornara, me apelidaram de American Boy, o que não me importo nem um pouco.

12345O intuito desse post é dividir com vocês algumas das coisas que eu percebi nessa minha estadia. Obviamente, não sou um especialista nem dono da verdade sobre a política norte-americana, por isso essas são apenas percepções e coisas que eu pesquisei sobre os seus “mitos”. Acho que o primeiro é o de que só existem dois partidos naquele país. Eu já ouvi até pessoas dizendo que os EUA não são democráticos porque eles só têm dois partidos. Isso é uma mentira. Existem outros pequenos partidos, dentre eles os maiores são: o Libertarian Party, o Green Party e o Constitution Party. Inclusive, já tiveram 4 presidentes que pertenciam ao Whig Party (o qual não existe mais, se juntou ao GOP): William Henry Harrison (1841), John Tyler (1841-1845), Zachary Taylor (1849-1850) e Millard Fillmore (1850-1853). O que acontece é que muitos políticos (que pertenceriam a esses pequenos por afinidade) para conseguir entrar na política, se afiliam aos grandes. Lá dentro, eles buscam então implementar as suas ideia e as suas políticas econômicas e sociais. Mas isso não significa que só existam dois.

12345Desses todos, o que eu tive mais contado foi o Libertarian, já que o meu tio o apoia. Hoje, ele é o terceiro maior partido, tendo recebido mais de 1 milhão de votos nas últimas eleições presidenciais[1]. Suas ideias se assemelham às dos republicanos (já que eles buscam a presença mínima do Estado na vida das pessoas), por isso muitos libertarians estão dentro daquele partido, assim como os constitutions. Já os greens estão no Partido Democrata. Além disso, existem políticos independentes, sem partido algum, como é o caso de dois atuais senadores, Bernie Sanders (VT) e Angus S. King, Jr. (ME)[2].

12345Assim, já dá para entender porque eu achei a política americana tão complexa. Os dois grandes partidos são… grandes! Quero dizer, muito grandes! Existem diferentes visões dentro de cada um deles e quase nunca há um consenso sobre determinada política. Hoje nós falamos que o PMDB, nosso maior partido, está assim. Agora imagina colocar PMDB, PT, PDT, PPL, PROS, PTdoB, PPS, PV e SD num mesmo partido e chamar tudo de “Democratas” e PSDB, DEM, PR, PRTB, PRB, PSC, PTB, PP, PSDC, PSD, PSL, PEN, PTN e PTC de “Republicanos”. Essas seriam representações muito distorcidas da realidade. Mesmo assim, agora tente fazer com que todos pensem da mesma maneira sobre tudo[3]. Isso é IMPOSSÍVEL! Candidatos mudam de partidos e partidos mudam de política de acordo com os seus líderes e a situação política do país. Pelo que eu pude perceber a “cola” que junta esses dois grandes partidos é a questão da presença do Estado. Os republicanos preferem um Estado pouco presente, por isso estão mais associados às ideias de livre-comércio, são escancaradamente preocupados com os interesses nacionais e se auto intitulam os protetores da Constituição, porque isso daria mais poderes ao Congresso. Já os democratas preferem um Estado mais paternalista e presente (por isso são chamados de “socialistas” pelo GOP), também se preocupam com os interesses americanos, mas não são escancarados, e são conhecidos por tentarem puxar o poder para o presidente. Acho seguro dizer que essa é a base. O resto foi criado pela história, pelas circunstâncias e pelo tempo.

12345Hoje, os republicanos são considerados os racistas, elitistas e beligerantes e os democratas populares e pacifistas. Vamos voltar à história política dos EUA, a pouca que eu sei. Começaremos com Andrew Jackson (1829-1837, o cara da nota de 20 dólares), pai dos Democratas, apelidado de Rei Andrew I e era acusado por usar do seu poder como presidente para calar o Congresso e passar somente as leis que lhe convinham[4]. Com isso, outros partidos se formam como oposição, o GOP e o Whig, por exemplo. Avançando temos James K. Polk (1845-1849), um democrata que evitou uma guerra com a Inglaterra por conta do Oregon, mas não conseguiu anexar a Califórnia e o Novo México diplomaticamente, então ele “passou a perna” no legislativo e mandou algumas tropas para a área disputada e os mexicanos responderam atacando-as. O Congresso então foi obrigado a declarar guerra ao México e se iniciou a Guerra Mexicano-Americano (1846-1848), que diminuiu o território mexicano em dois terços.[5].

12345Adiantando, vamos a Guerra Civil (1861-1865) quando o Norte republicano e o Sul democrata entraram em guerra, dentre outros motivos, pela questão da escravidão. O Presidente Abraham Lincoln (1861-1865), primeiro presidente republicano, queria abolir a escravidão enquanto que o senador do Mississipi, o democrata Jefferson Davis, queria mantê-la. A guerra estourou e foi o conflito armado mais sangrento da história norte-americana[6]. Nesse período, Lincoln também foi acusado de ser um ditador, para conseguir passar a lei que aboliu a escravidão nos EUA, a XIII Emenda. É claro, do jeito que eu estou escrevendo parece que os democratas são responsáveis por todas as guerras e conflitos dos EUA. Isso também não é verdade. William McKinley (1897-1901), republicano, era o presidente em 1898 quando o Congresso declarou guerra a Espanha, na chamada Guerra Hispano-Americana, e, ao ganhar, anexou Guam, as Filipinas e Porto Rico, sendo acusado de imperialista pelos seus adversários[7]. Assim como foi o seu sucessor, Theodore Roosevelt (1901-1909) quem desenvolveu o Corolário Roosevelt, uma política de intervenção americana na América Latina.

12345Pulando alguns anos, Woodrow Wilson (1913-1921) entrou na 1ª Guerra, quando em sua campanha ele dizia que iria fazê-lo, e ganhou a guerra, mas não pôde participar da Liga das Nações. A Crise de 1929 deu sérios problemas ao governo do republicano Herbert Hoover (1929-1933), que procurou deixar o mercado solucioná-la, o que trouxe grande descontentamento. Franklin D. Roosevelt (FDR) assumiu em 1933 e fez mudanças radicais na política interna do país, fazendo com que o Estado intervisse diretamente na vida das pessoas e dando a ele, como presidente, um poder muito grande, o que gerou grandes críticas no legislativo e, principalmente, no judiciário. O Social Security Act e o Wagner Act são consideradas as suas políticas mais importantes, criando a Previdência Social e garantindo direitos trabalhistas[8]. Mas, foi ele também quem permitiu a formação de carteis e trusts e deixou os produtos nacionais mais caros para favorecer as grandes indústrias e agricultores. Ele era tanto considerado um Santo quanto um vendido pelo povo[9]. Seu governo entrou na 2ª Guerra e seu sucessor a ganhou, Harry S. Truman. Mas logo depois começou a Guerra da Coreia (1951-1953). Isso trouxe muitas críticas e os republicanos voltaram ao poder com o General Dwight D. Eisenhower (1953-1961), acabando com essa guerra e continuando com a política de conter os soviéticos no mundo. Os democratas então voltam com John F. Kennedy – JFK (1961-1963).

12345A década de 60 foi marcada pelos grandes movimentos sociais os quais buscavam mais direitos para as minorias. Isso vai pressionar bastante o governo democrata, que representava os fazendeiros racistas do Sul, a fazer algo. Ao mesmo tempo, Lyndon Johnson – LBJ (1963-1969) é considerado o responsável por iniciar oficialmente a Guerra do Vietnã em 1965[10]. Pessoas gritavam em frente a Casa Branca contra a guerra: “Hey! Hey! LBJ! How many kids have you killed today?” (Hey! Hey! LBJ! Quantas crianças você já matou hoje?). Nesse quadro, LBJ passa duas leis que iam contra ao que os democratas da época acreditavam: o Civil Rights Act (1964) e o The Great Society (1964-1965). O primeiro proibia a segregação racial e de gênero nos EUA e o segundo era um grande programa social para combater a pobreza. Isso causou um racha enorme na política interna americana. Em quem aqueles fazendeiros, racistas e elitistas iriam votar agora? O seu partido os abandonara e eles representavam em torno de 10 milhões de eleitores. Num movimento político, Richard Nixon vai atrair esse eleitorado para o seu partido, o GOP[11]. Ele é eleito em 1969 e as mudanças nos partidos se inicia e os seus eleitores “mudam” geograficamente. A base republicana passa a ser o Sul e a base democrática passa a ser o Norte. Eles praticamente invertem as ideias, mas aquela “cola” que eu disse no início continua a mesma. Os republicanos ainda querem a diminuição do Estado, enquanto que os democratas querem um Estado presente. Mesmo assim, Nixon e Ford (seu sucessor) são os responsáveis por terminar a Guerra do Vietnã, mesmo depois de muito sangue jorrado, e por aumentar a cooperação com a URSS. No final da década de 70, o Chanceler brasileiro Azeredo da Silveira foi servir como nosso embaixador em Washington e, criticando o governo democrata de Jimmy Carter (1976-1981), disse: “É uma coisa engraçada. O guerreiro aqui é o democrata. Ele diz que não, diz que é contra armamentos, diz que é contra mandar soldados, mas quem faz guerra sempre é o Partido Democrata. O Partido Republicano é muito mais conservador.”[12] Considerando até aquele momento no século XX, ele estava certo, com poucas exceções.

Presidentes: Ford, Carter, Reagan, H. W. Bush e Nixon.

Presidentes: Ford, Carter, Reagan, H. W. Bush e Nixon.

12345O governo Reagan (1981-1989) é um marco na implementação do neoliberalismo, diminuindo a presença do Estado na economia e tirando os EUA de uma crise que eles viviam há aproximadamente 15 anos. Militarmente, o país se envolve, direta e indiretamente, em pelo menos três conflitos: Granada, Líbano e Nicarágua. Essa é a primeira vez desde o Vietnã que os EUA entram em guerra. George H. W. Bush (1989-1993) não muda essa política e o país invade o Panamá (1989) e participa da Guerra do Golfo (1991). Muitos americanos ainda o julgam um “fraco” por não ter tirado Saddam Hussein do Iraque naquela época, enquanto muitos brasileiros o criticam por ter iniciado a guerra em primeiro lugar. William “Bill” Clinton (1993-2001), democrata, é conhecido por ter expandido a democracia no mundo, principalmente no Leste Europeu, e pela integração econômica, como o NAFTA, mas também por bombardear o Iraque e a Líbia. Em 2011, o Pew Research Center (um IBOPE americano) fez a seguinte pergunta para a população nos EUA: “Dentre os presidentes que você votou, qual o que fez o melhor trabalho?” Clinton recebeu 34%, Reagan 25% e JFK e Obama 7%[13]. Isso mostra a importância e popularidade desses dois presidentes, um democrata e outro republicano.

Presidentes: H. W. Bush, Obama, W. Bush, Clinton e Carter.

Presidentes: H. W. Bush, Obama, W. Bush, Clinton e Carter.

12345George W. Bush (2001-2009), ao invadir o Afeganistão e o Iraque, se torna a representação do GOP no mundo e, de uma maneira, dos americanos como um todo, fazendo com que ambos fossem odiados e criticados. Por fim, o Obama apareceu como o salvador da pátria, aquele que resolveria os problemas no mundo, mas não foi bem assim. A Guerra do Afeganistão não acabou e o Iraque está pior. Além disso, foram descobertos os casos das espionagens e o uso de drones para o assassinato de inimigos do Estado aumentou consideravelmente, piorando a sua imagem de bonzinho no mundo.

12345Por isso, eu acho que a diferença que muita gente faz de “o republicano é mau” e o “democrata é bom” é errada. No passado, os republicanos já foram criticados por serem pacifistas e os democratas por entrarem em muitas guerras. Além da fala do Chanceler Azeredo da Silveira, podemos adicionar que a grande maioria dos acordos de limitação e diminuição de armas nucleares (área que me interessa muito) foram feitos pelo GOP no poder: ABM (1972)[14], SALT I (1972), TTBT (1974), INF (1987), START I (1991) e SORT (2002). Por isso, os governos Nixon e Reagan foram chamados de “pacíficos com os soviéticos”, algo que muitos de nós nunca pensaríamos. Além disso, em 1972, os EUA assinam e ratificam o Regime de Não-Proliferação de Armas Biológicas, a BWC (1972). Verdade seja dita, os primeiros acordos nucleares foram feitos por JFK e LBJ: o LTBT (1963), o Tratado do Espaço Exterior (1967) e o TNP (1968), o mais importante para o mundo. Depois só em 2010 eles fazem outro acordo quando o Obama renova o START I, no chamado New START. Por último, os EUA só entraram no Regime de Não-Proliferação de Armas Químicas, a CWC (1993), em 1997, no governo Clinton.[15]

            Infelizmente, o espaço é curto e eu preciso acabar. O meu intuito nesse post foi de mostrar, através da história, que “o republicano” não é necessariamente o mau e “o democrata” não é necessariamente o bom, ambos buscam os seus próprios interesses e muitas vezes da mesma forma, pela guerra e/ou pela diplomacia. Isso vai depender da conjuntura política interna e externa, tanto que para muitos eles são a mesma coisa. Normalmente, “o republicano” que ninguém gosta é apenas uma parte dentro daquele partido gigante (normalmente estes são do Tea Party, que é a vertente mais radical lá dentro, que infelizmente está ganhando força). Vale lembrar que essa vertente já foi democrata e pode voltar a ser. Os republicanos são considerados os elitistas, hoje isso é parcialmente verdade[16], mas é bom lembrar que FDR, JFK e Carter eram/são de famílias “muito bem de vida” dos seus estados. O GOP seria beligerante, mas já vimos como os democratas gostam tanto de guerras como eles. Não estou aqui fazendo propaganda para o GOP, mas tentando mostra que ser republicano não é compactuar com tudo que o Bush fez, disse ou insinuou (inclusive já vi muitos republicanos criticando-o). Assim como ser democrata não significa concordar com tudo que o Obama fez ou deixou de fazer. É tudo muito mais complexo que isso. Na verdade, toda política em qualquer país é complexa, isso não é privilégio de ninguém e, por isso, a reflexão é sempre necessária, do contrário cometeremos gafes sérias.

12345Não sou um especialista, mas essas são as minhas percepções sobre o assunto, espero ter conseguido ser claro. Desculpa pelo tamanho e por ter simplificado muito certas coisas.

Referências:

[1] 2012 PRESIDENTIAL General Election Results. Dave Leip’s Atlas of U.S. Presidential Elections website, [S.l], [s.d.]. Disponível em: <http://uselectionatlas.org/RESULTS/national.php?year=2012&off=0&elect=0&f=0>. Acesso em: 6 dez. 2014.

[2] UNITED STATES SENATE. Senators of the 113th Congress. Washington D.C., [s.d.]. Disponível em: <http://www.senate.gov/general/contact_information/senators_cfm.cfm>. Acesso em: 6 dez. 2014.

[3] Como eu disse, não entendo muito de política, então peguei essa “cola” para formar essa sopa de letrinhas na Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_partidos_pol%C3%ADticos_no_Brasil.

[4] THE WHITE HOUSE. Andrew Jackson. Washington D.C., [s.d.]. The White House website. Disponível em: <http://www.whitehouse.gov/about/presidents/andrewjackson>. Acesso em: 7 dez. 2014.

[5] ______. James K. Polk. Washington D.C., [s.d.]. The White House website. Disponível em: <http://www.whitehouse.gov/about/presidents/jamespolk>. Acesso em: 7 dez. 2014.

[6] THE COST of War: Killed, Wounded, Captured, and Missing. Washington D.C., [s.d.]. Civil War Trust website. Disponível em: <http://www.civilwar.org/education/civil-war-casualties.html>. Acesso em: 8 dez. 2014.

[7] THE WHITE HOUSE. William McKinley. Washington D.C., [s.d.]. The White House website. Disponível em: <http://www.whitehouse.gov/about/presidents/williammckinley>. Acesso em: 7 dez. 2014.

[8] CHAFE, William H. The Rise and Fall of the American Century: The United States from 1890-2009. Nova York: Oxford University Press, 2009. p. 98-99.

[9] McELVAINE, Robert S. (Ed.). Down and Out in the Great Depression: Letters from the Forgotten Man. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 1983.

[10] Os conselheiro militares americanos já estavam no Vietnã desde o governo Eisenhower, mas foi com LBJ que o executivo teve autorização para mandar tropas para o país, escalando o conflito para uma guerra.

[11] MERRY, Robert W. The Neverending Debate: The Legacy of Richard Nixon. The National Interest, Washington D.C., 7 ago. 2014. Disponível em: <http://nationalinterest.org/feature/the-neverending-debate-the-legacy-richard-nixon-11032>. Acesso em: 14 ago. 2014.

[12] SPEKTOR, Matias (Org.). Azeredo da Silveira: um depoimento. Rio de Janeiro: FGV, 2010. p. 353-354.

[13] PEW RESEARCH CENTER. Pew Research Center for the People & the Press Generations Survey, Sep, 2011. Washington D.C., set. 2011. Pew Research Center website. Disponível em: <http://www.ropercenter.uconn.edu/psearch/question_view.cfm?qid=1796613&pid=50&ccid=50#top>. Acesso em: 8 dez. 2014.

[14] W. Bush denuncia o ABM em 2002 unilateralmente, o que acaba com esse regime.

[15] Grande parte desses tratados e das siglas podem ser achados nos sites do Departamento de Estado dos EUA: http://www.state.gov/t/isn/c18882.htm e http://www.state.gov/t/isn/c7905.htm.

[16] ITKOWITZ, Colby. The richest per state are more Republican, but what about the richest Americans overall? The Washington Post, Washington D.C., 18 ago. 2014. Disponível em: <http://www.washingtonpost.com/blogs/in-the-loop/wp/2014/08/18/the-richest-per-state-are-more-republican-but-what-about-the-richest-americans-overall/>. Acesso em: 7 dez. 2014.

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4 comentários sobre ““Republicanismo” e “Democratismo” – Percepções de um Aluno Após um Intercâmbio em DC.

  1. Oi Sérgio,
    Gostei do seu artigo! Também vim para “the nation’s capital” imergir na complexa e interessante politica americana. Se voce tem interesse nesse tema, talvez possamos escrever algo em conjunto. Ja era fissurada em Politica Externa/Doméstica Americana antes de vir pra ca…imagina agora?!

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