Furor Indica (pra caramba): Hamilton – An American Musical

por: Amanda Melo e Carol Grinsztajn

   Nessa semana e na ultima, as eleições norte-americanas passam por dois  importantes eventos: as convenções nacionais dos dois grandes partidos, Republicano e Democrata. Para quem vem acompanhando as convenções e as primárias, temos visto temas essenciais sendo discutidos apaixonadamente: imigração, racismo, o lugar da mulher na política, corrupção,  políticas econômicas. Posicionamentos sobre esses temas acompanham a política norte-americana  há tempos, mas talvez há mais tempo do que normalmente imaginamos- eles se desenvolvem com as próprias condições e contradições desde os primeiros governos norte-americanos. É claro que entede-los exige muita leitura e análise, mas o aprendizado sempre pode ser acompanhado de recursos que nos trazem reflexões e questionamentos, e arte normalmente é uma ótima companheira nessa viagem, então aqui vai a nossa indicação. Continuar lendo

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Você já ouviu falar em economia criativa?

   por Julia Zordan

      Numa tarde dessas de domingo eu fui dar uma volta na praça. Já estava indo embora quando vi no chão um pano estendido, e uns livros em cima. Apaixonada por livros que sou, não resisti e me aproximei. Escolhi um livro. Perguntei o preço e fui surpreendida pela resposta de que o preço daquele livro seria atribuído pra mim, de acordo com o meu julgamento sobre seu valor, de que aquilo se tratava de um movimento de economia criativa. Essa é a história de como eu voltei para casa com um livro, que eu estava querendo há meses, sobre o Islã.

      Antes de ir embora, o Thiago, de quem partiu a resposta que me surpreendeu, me pediu para curtir a página dele no Facebook, para dar um apoio e acompanhar o trabalho dele. Depois quis saber mais sobre o trabalho dele e sobre o que era esse conceito de economia criativa. Não era a primeira vez que eu ouvia o termo, mas pouco sabia sobre. Ele me explicou que era “um conceito de negócios que usam criatividade como matéria prima. Por exemplo, na economia tradicional temos uma loja de roupa de grife e na economia criativa podemos citar um brechó fashion. Na primeira, o que define o preço final dos produtos, são maquinas de costura, transporte de material, tecido, aluguel de loja, mão de obra das costureiras, etc. Na Segunda o que define o valor das coisas é a criatividade”, o que é aprofundado pelo Sebrae¹: Continuar lendo

FUROR INDICA: As Sufragistas

por Louise Marie Hurel.

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From every corner of the land womankind arise!

Political equality and equal rights with men

Take heart for Mrs. Pankhurst has been clapped in irons again

No more the meek and mild subservience we

We’re fighting for our rights militantly

Never you fear!

(Tradução livre)

De todos os cantos da terra, mulheres ergam-se!

Igualdade política e direitos iguais aos dos homens

Tenham bom ânimo, a Senhora Pankhurst foi aprisionada novamente

Sem mais mansidão e subserviência nós

Nós estamos lutando pelos nossos direitos através da militância

Jamais tema!

Sister Suffragette – Mary Poppins

O filme “As Sufragistas”  se passa em Londres, no início do século XX. Entre a ficção e a realidade, o filme conta a história de um grupo de mulheres (Maud, Violet e Edith) que, devido   aos diferentes rumos da vida, se encontram na luta pelo direito ao voto. Com personalidades e experiências diferentes, suas histórias representam um pouco de cada uma das mulheres que militaram pelo sufrágio feminino.

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Furor indica

por Thaís Queiroz.

Hoje O Furor indica este vídeo que muito nos diz em seus 22min sobre o internacional hoje e os seres humanos que o constituem e vale ser assistido até o fim. Você sabe quem é Monica Lewinsky? A “estagiária da Casa Branca que ficou conhecida pelo escândalo de seu caso com o presidente dos Estados Unidos da América” é uma mulher forte que tomou uma atitude corajosa ao apresentar esta “TED talk”, na qual nos fala muito mais do que sobre erros: vale a pena conferir o que ela tem a nos dizer:

Comente com o que você também tem a nos dizer sobre o assunto. Vamos refletir e problematizar!

#todoconhecimentoseráproblematizado

Reflexos e Reflexões

por Julia Zordan 

                Férias. Tempo de descansar, de colocar em dia todos os episódios de séries e todos os livros que ficaram pelo caminho durante o semestre. Pra mim, tempo de aproveitar para passar mais tempo com os amigos e para conhecer novos lugares, fazer coisas novas. Antes mesmo de entrar de férias, já começamos a planejar os passeios que faríamos. Logo, então, fomos – eu, Thaís, Marina e Franco – ver uma exposição sobre a modernidade espanhola, com muitas obras de Pablo Picasso. Depois, fui com a Marina ao MAR, o Museu de Arte do Rio, ver a exposição “Tarsila e as Mulheres Modernas no Rio”. Achei tão interessante a exposição que voltei lá dois dias depois, com outros dois amigos, para revisitar a exposição e para ver a “Rio Setecentista – quando o Rio virou capital”. Desses passeios eu gostaria de compartilhar com vocês algumas impressões que tive – acerca de uma variedade de temas.

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Evento “40 Anos do Início da Guerra Civil Libanesa”.

12345Gostaríamos de convidar todos para o evento “40 Anos do Início da Guerra Civil Libanesa” que ocorrerá no dia 08 de Junho, uma segunda-feira, na PUC-Rio às 15h. Para tratar desse tema, o painel apresentará perspectivas históricas e relatos de dimensão pessoal que contribuirão para a compreensão não apenas da Guerra Civil, mas também do seu impacto no atual cenário libanês. Para isso convidamos o Prof.º Márcio Scalercio, o Contra-Almirante Walter Eduardo Bombarda e o Secretário-Geral da Liga Libanesa do Brasil Nami Hanna e cada um apresentará uma perspectiva diferente do conflito.

12345O evento foi organizado pela equipe d’O Furor com apoio dos Centros Acadêmicos de Relações Internacionais (CARI) e de Direito (CAEL) da PUC-Rio.

Confira o cartaz de divulgação!:

Cartaz do evento "40 Anos do Início da Guerra Civil Libanesa".

Cartaz do evento “40 Anos do Início da Guerra Civil Libanesa”.

 

Link para o evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1381103998863221/1381104322196522/

Apareçam e compartilhem! Esperamos por vocês dia 08!

Nostalgia “de menina”

por Amanda Melo

Desde criança eu tinha problemas com aquelas personagens femininas, seja em filmes com pessoas reais seja em animações, que só sabiam chorar e esperar serem resgatadas pelo seu príncipe encantado. Não tinha paciência pra todo esse drama, lamentações e inação.

Qual não era o meu prazer, então, quando surgiam personagens femininas fortes e inteligentes, que realmente faziam alguma coisa para atingir o que queriam ou para sair de uma situação indesejada! Vou apresentar aqui, então, uma pequena seleção de desenhos que eu via quando era criança e que mostram uma protagonista forte e que, pode parecer exagero, me ajudaram a crescer e me tornar muito mais aberta aos pensamentos feministas.

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