Porque o Brasil não deve assinar o TPP

por Franco Alencastro.

A assinatura do TPP, no dia 5 de outubro de 2015, provocou reações acaloradas por todo o espectro político – um volume de reações tão denso quanto a névoa de incertezas cercando o acordo, discutido em segredo por anos entre os governos dos EUA, Japão, Austrália e mais 9 países da área do Pacífico.

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O TPP, o Congresso americano e o Brasil.

por Sergio Azeredo da Silveira Jordão.

            A Parceria Transpacífica (TPP do inglês Trans Pacific Partnership) é um acordo para a criação de uma área de livre-comércio (ALC) entre os EUA, Canadá, México, Japão, Austrália, Nova Zelândia, Vietnã, Brunei, Chile, Peru, Malásia e Cingapura. Os seus termos foram acertados em uma reunião de ministros na última segunda-feira, dia 5 de outubro, em Atlanta nos EUA. Esse acordo teve as suas negociações iniciadas em 2006, mas só agora todas as partes concordaram com todos os termos. Como sempre, para entrar em vigor, ele ainda precisará ser ratificado por todos os congressos e parlamentos dos 12 países envolvidos. O mais importante é o Congresso americano, por ser a maior incógnita. Passa ou não passa, eis a questão? Neste post falarei sobre o acordo em si e tentarei analisar a disputa entre os partidos norte-americanos para tentar chegar a uma resposta a pergunta acima. Por fim, tentarei ver como o TPP afeta o Brasil.

TPP-Countries

(BRICS Plus) – Países que participam do TPP.

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