Você já ouviu falar em economia criativa?

   por Julia Zordan

      Numa tarde dessas de domingo eu fui dar uma volta na praça. Já estava indo embora quando vi no chão um pano estendido, e uns livros em cima. Apaixonada por livros que sou, não resisti e me aproximei. Escolhi um livro. Perguntei o preço e fui surpreendida pela resposta de que o preço daquele livro seria atribuído pra mim, de acordo com o meu julgamento sobre seu valor, de que aquilo se tratava de um movimento de economia criativa. Essa é a história de como eu voltei para casa com um livro, que eu estava querendo há meses, sobre o Islã.

      Antes de ir embora, o Thiago, de quem partiu a resposta que me surpreendeu, me pediu para curtir a página dele no Facebook, para dar um apoio e acompanhar o trabalho dele. Depois quis saber mais sobre o trabalho dele e sobre o que era esse conceito de economia criativa. Não era a primeira vez que eu ouvia o termo, mas pouco sabia sobre. Ele me explicou que era “um conceito de negócios que usam criatividade como matéria prima. Por exemplo, na economia tradicional temos uma loja de roupa de grife e na economia criativa podemos citar um brechó fashion. Na primeira, o que define o preço final dos produtos, são maquinas de costura, transporte de material, tecido, aluguel de loja, mão de obra das costureiras, etc. Na Segunda o que define o valor das coisas é a criatividade”, o que é aprofundado pelo Sebrae¹: Continuar lendo