Furor indica: 24/7, de Jonathan Crary

por Franco Alencastro

São precisamente meia-noite e 51 minutos quando começo à escrever esse texto; o terminarei em algo próximo das 2 horas da manhã, sem dúvida. A grande ironia? Estou aqui para defender um sono saudável de nove horas.

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Como seria o mundo sem livros?

por Amanda Melo

A impressão da Bíblia por Gutenberg (~1455), iniciou um longo processo de massificação dos livros, aumentando sua disponibilidade, reduzindo custos, estimulando a tradução para outras línguas. Graças a isso, a maioria de nós já leu pelo menos um livro durante a vida, seja ele um livro didático, histórico, de ficção, de imagens. Alguns deles viram símbolos religiosos, como a própria Bíblia, o Alcorão e a Torá; outros, símbolos culturais, como Senhor dos Anéis, Harry Potter e As Crônicas de Gelo e Fogo; outros viram símbolos de um movimento, como O Segundo Sexo de Simone de Bouvoir. Mas todos eles são mais do que tinta no papel, são um meio de comunicação entre o autor e o leitor.
Agora imagine todos os mais de 130 milhões de livros já escritos, quanta informação ali contida e produzida a partir deles. O que aconteceria se tudo isso desaparecesse?

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